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quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

Diminua o Passo...


"Alguma vez você já observou crianças num carrossel? 
Ou ouviu a chuva batendo no chão?
Alguma vez já seguiu o vôo errático de uma borboleta? 
...ou fixou o olhar no sol no crepúsculo?


É melhor você diminuir o passo. Não dance tão depressa...
o tempo é curto, a música vai acabar.
Você corre através de cada dia voando? 
Quando você pergunta "Como vai?"
Você escuta a resposta?
Quando o dia finda, 
você fica deitado na cama, 
com os próximos afazeres rolando por sua cabeça?

É melhor você diminuir o passo. 
Não dance tão depressa...
...o tempo é curto, a música vai acabar
Você disse alguma vez a uma criança: 
"Vamos deixar para fazer isto amanhã?"
E na sua pressa, não viu a tristeza dela?
Perdeu contato, deixou uma boa amizade morrer 
porque você nunca tinha tempo para ligar e dizer "Oi?"


É melhor você diminuir o passo. 
Não dance tão depressa...
o tempo é curto, a música vai acabar...

Quando você corre tão depressa 
para chegar a algum lugar, 
você perde metade da satisfação de chegar lá.

Quando você se preocupa e se apressa em seu dia todo, 
é como se fosse um presente que não foi aberto...
um presente jogado fora!

A vida não é uma corrida...
... Leve-a mais devagar...
... Ouça a música...
... Antes que a canção ACABE!"



(Desconheço o Autor)




terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

Dê mais calma ao seu coração

Acredite que você é capaz de contornar as situações ruins. Assim, você se sentirá melhor consigo mesma e irá compreender que a vida nos faz aprender e crescer

"Na semana passada, falei o quanto é importante exercitar o desapego para diminuir a dor de possíveis perdas. Quando aprendemos a dizer adeus, conseguimos começar um novo ciclo e nos abrir a novas oportunidades e experiências. Para facilitar o desligamento com o que passou, quero propor a você um exercício.

Para começar, acalme seu coração. Feche os olhos, respire fundo e vá mentalizando a palavra "paz". Imagine todos os sentimentos ruins (mágoa, raiva, inconformismo, desilusão) sendo jogados no lixo. Paz, paz, paz... deixe ela te invadir por completo.

Chegou a hora de aceitar a realidade de uma vez por todas. Sinta um amor verdadeiro dentro de você. Faça um gesto gracioso de soltar, deixe o passado partir. Não permita que uma separação ou um fato triste estraguem o belo que existe em você. Diga a si mesma: eu vou ficar bem. Aos poucos você vai se sentir limpa, honesta e tranqüila, como quem respeita a vida e é respeitada por ela. Mais uma vez, respire fundo e solte o ar, abandonando o cansaço, a dor e a angústia. Você vai notar que sua alma se sentirá mais aliviada.

Você precisa entender que quando uma perda é muito dolorosa, isso é sinal de que a vida está nos convidando a crescer. Isso mesmo! Ninguém tem você e você não tem ninguém. Nós apenas usufruímos uns dos outros por períodos limitados.

Sempre surgirão pessoas novas, conversas novas, sentimentos novos. Pense consigo: estou deixando o velho ir embora e caminhando para o novo com grandeza. Flua como o rio, o vento, as nuvens. Transforme-se!

Para finalizar esse exercício e incorporar a paz, diga em voz alta: "Não aceito nenhum drama. Eu até gostaria que as coisas estivessem melhor, mas vou descobrir o caminho. Quando faço escândalo, fico impotente, inadequada, enfraqueço minha autoestima e me desvalorizo. Não quero mais!



A partir de agora quero me promover. Sei que sou capaz de qualquer coisa. Fico em paz comigo. Não quero me condenar. Não há o que corrigir: há o que aprender, testar e compreender. Sei que sou inteligente, tenho coragem e prazer de ser eu mesma. Respeito, sobretudo, o que sou e o mundo que está à minha volta. Tenho paz porque tenho brilho interior."


Fonte: Coluna “Gasparetto e você” EDITORA ABRIL – www.mdemulher.com.br de 08/03/2010

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

Minutos de Sabedoria

Tenha equilíbrio e alegria.
Saiba ser reconhecido.
Procure ser humilde.
Não lance pedras a quem o beneficiou.
Não se julgue diminuído quando o ajudarem.
Saiba agradecer.
Quebre seu orgulho e receba com gratidão o auxilio que lhe derem.
E jamais esqueça o beneficio nem o benfeitor.
O pior dos defeitos é a ingratidão, que despreza e apedreja hoje quem nos beneficiou ontem.
(Minutos de Sabedoria, pg. 53)

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