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sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

Ideias

"Grandes mentes discutem idéias, 
Mentes medianas discutem eventos, 
Mentes pequenas discutem pessoas.”
(Eleanor Roosevelt)

Bom dia meus amigos, que vocês tenham com quem discutir suas ideias sempre...

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

10 Coisas que Levei Anos Para Aprender...

1. Uma pessoa que é boa com você, mas grosseira com o garçom, não pode ser uma boa pessoa.

2. As pessoas que querem compartilhar as visões religiosas delas com você, quase nunca querem que você compartilhe as suas com elas.

3. Ninguém liga se você não sabe dançar. Levante e dance.

4. A força mais destrutiva do universo é a fofoca.

5. Não confunda nunca sua carreira com sua vida.

6. Jamais, sob quaisquer circunstâncias, tome um remédio para dormir e um laxante na mesma noite.

7. Se você tivesse que identificar, em uma palavra, a razão pela qual a raça humana ainda não atingiu (e nunca atingirá) todo o seu potencial, essa palavra seria “reuniões”.

8. Há uma linha muito tênue entre “hobby” e “doença mental”.

9. Seus amigos de verdade amam você de qualquer jeito.

10. Nunca tenha medo de tentar algo novo. Lembre-se de que um amador solitário construiu a Arca. Um grande grupo de profissionais construiu o Titanic.

Quero, um dia, poder dizer às pessoas que nada foi em vão… que o AMOR existe, que vale a pena se doar às amizades a às pessoas, que a vida é bela sim, e que eu sempre dei o melhor de mim… e que valeu a pena!"

Luís Fernando Veríssimo

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

O corpo fala

Este alerta está colocado na porta de um espaço terapêutico:

A enfermidade é um conflito entre a personalidade e a alma.
O resfriado escorre quando o corpo não chora.
A dor de garganta entope quando não é possível comunicar as aflições.
O estômago arde quando as raivas não conseguem sair.
O diabetes invade quando a solidão dói.
O corpo engorda quando a insatisfação aperta.
A dor de cabeça deprime quando as duvidas aumentam.
O coração desiste quando o sentido da vida parece terminar.
A alergia aparece quando o perfeccionismo fica intolerável.
As unhas quebram quando as defesas ficam ameaçadas.
O peito aperta quando o orgulho escraviza.
A pressão sobe quando o medo aprisiona.
As neuroses paralisam quando a “criança interna” tiraniza.
A febre esquenta quando as defesas detonam as fronteiras da imunidade.
Os joelhos doem quando o orgulho não se dobra.
O câncer mata quando não se perdoa e/ou cansa de viver.
E as dores caladas? Como falam em nosso corpo?
A enfermidade não é má, ela avisa quando erramos a direção.
O caminho para a felicidade não é reto, existem curvas chamadas Equívocos, existem semáforos chamados Amigos, luzes de precaução chamadas Família, e ajudará muito ter no caminho uma peça de reposição chamada Decisão, um potente motor chamado Amor, um bom seguro chamado FÉ, abundante combustível chamado Paciência.
Mas principalmente um maravilhoso Condutor chamado DEUS, ou como O queiram chamar.

De: Luiz Mello 


Fonte: https://www.facebook.com/photo.php?fbid=369975223046076&set=a.207997002577233.57604.207668142610119&type=1&theater

Vivendo o Hoje


Uma das coisas que aprendemos com a maturidade é que não vale a pena planejar a longo prazo. Aliás conforme os percalços da vida vão nos derrubando vamos encurtando o prazo de planejamento até que resulte em parcas 24 horas. E olhe lá.
Paremos para pensar: quantas vezes deixamos de fazer algo que nos daria prazer ou a nossa família em prol de um suposto projeto a ser realizado dali a alguns anos? E aí, algo absolutamente inusitado interrompe nosso sonho. Derruba sem dó nem piedade nosso precioso castelo.

Ah, mas então onde ficam os sonhos? No lugar deles. Com a dimensão deles. Sem o poder de impedir-nos de viver o hoje. Vou explicar: muitas vezes apegados ao futuro, esquecemos de viver o dia-a-dia. 
Inconscientemente ou propositalmente, viramos mártires. Sofremos e abnegamos os simples prazeres do cotidiano, justificando a atitude com utopias ou mesmo projetos reais,que se concretizarão dali a algum tempo. Quanto tempo? Eis a questão! A cada dia que se abdica do prazer simples de relaxar, estar com a família ou com amigos, estamos protelando, adiando a hora de viver.

Aí entram as velhas pregações dos que serão felizes quando... Quando o que? Formar-se na faculdade? Conseguir o emprego perfeito? Encontrar seu par ideal? Tiver filhos?Aposentar-se?

E quaqndo algum destes sonhos não se concretizar? E se houver uma mudança inesperada? Quem vai suportar o amargo fel que invadirá sua boca? Quem vai te indenizar pelas risadas que deixaste de dar preocupado com o amanhã?

O verdadeiro segredo é vivermos um dia de cada vez, e com os prazeres de hoje alicerçar energia e disposição para o novo dia.E em nosso epitáfio não precisarão escrever "devia ter feito isso, devia ter feito aquilo..." Fez tudo o que quis e que foi possível fazer.
 E principalmente: escolheu ser feliz.

(matéria de Doris Azevedo Publicada na Revista Gramado - dez/2009)

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

Curiosidades dos anos 1600 a 1700

INTERESSANTE...

Ao se visitar o Palácio de Versailles, em Paris, observa-se que o suntuoso palácio não tem banheiros.

Na Idade Média, não existiam escovas de dente, perfumes, desodorantes, muito menos papel higiênico. As excrescências humanas eram despejadas pelas janelas do palácio.


Em dia de festa, a cozinha do palácio conseguia preparar banquete para 1.500 pessoas, sem a mínima higiene.

Vemos nos filmes de hoje as pessoas sendo abanadas. A explicação não está no calor, mas no mau cheiro que exalavam por debaixo das saias (que eram propositalmente feitas para conter o odor das partes íntimas, já que não havia higiene). Também não havia o costume de se tomar banho devido ao frio e à quase inexistência de água encanada. O mau cheiro era dissipado pelo abanador.
Só os nobres tinham lacaios para abaná-los, para dissipar o mau cheiro que o corpo e boca exalavam, além de também espantar os insetos.

Quem já esteve em Versalies admirou muito os jardins enormes e belos que, na época, não eram só contemplados, mas "usados" como vaso sanitário nas famosas baladas promovidas pela monarquia, porque não existia banheiro.

Na Idade Média, a maioria dos casamentos ocorria no mês de junho (para eles, o início do verão).


A razão é simples: o primeiro banho do ano era tomado em maio; assim, em junho, o cheiro das pessoas ainda era tolerável. Entretanto, como alguns odores já começavam a incomodar, as noivas carregavam buquês de flores, junto ao corpo, para disfarçar o mau cheiro. Daí termos "maio" como o "mês das noivas" e a explicação da origem do buquê de noiva.

Os banhos eram tomados numa única tina, enorme, cheia de água quente. O chefe da família tinha o privilégio do primeiro banho na água limpa. Depois, sem trocar a água, vinham os outros homens da casa, por ordem de idade, as mulheres, também por idade e, por fim, as crianças. Os bebês eram os últimos a tomar banho. 


Quando chegava a vez deles, a água da tina já estava tão suja que era possível "perder" um bebê lá dentro. É por isso que existe a expressão em inglês "don't throw the baby out with the bath water", ou seja, literalmente "não jogue o bebê fora junto com a água do banho", que hoje usamos para os mais apressadinhos.

Os telhados das casas não tinham forro e as vigas de madeira que os sustentavam era o melhor lugar para os animais - cães, gatos, ratos e besouros se aquecerem. Quando chovia, as goteiras forçavam os animais a pularem para o chão. Assim, a nossa expressão "está chovendo canivete" tem o seu equivalente em inglês em "it's raining cats and dogs" (está chovendo gatos e cachorros).

Aqueles que tinham dinheiro possuíam pratos de estanho. Certos tipos de alimento oxidavam o material, fazendo com que muita gente morresse envenenada. Lembremo-nos de que os hábitos higiênicos, da época, eram péssimos. Os tomates, sendo ácidos, foram considerados, durante muito tempo, venenosos.

Os copos de estanho eram usados para beber cerveja ou uísque. Essa combinação, às vezes, deixava o indivíduo "no chão" (numa espécie de narcolepsia induzida pela mistura da bebida alcoólica com óxido de estanho). Alguém que passasse pela rua poderia pensar que ele estivesse morto, portanto recolhia o corpo e preparava o enterro. O corpo era então colocado sobre a mesa da cozinha por alguns dias e a família ficava em volta, em vigília, comendo, bebendo e esperando para ver se o morto acordava ou não. Daí surgiu o velório, que é a vigília junto ao caixão.

A Inglaterra é um país pequeno, onde nem sempre havia espaço para se enterrarem todos os mortos. Então os caixões eram abertos, os ossos retirados, postos em ossários, e o túmulo utilizado para outro cadáver. Às vezes, ao abrirem os caixões, percebia-se que havia arranhões nas tampas, do lado de dentro, o que indicava que aquele morto, na verdade, tinha sido enterrado vivo. Assim, surgiu a ideia de, ao se fechar o caixão, amarrar uma tira no pulso do defunto, passá-la por um buraco feito no caixão e amarrá-la a um sino. Após o enterro, alguém ficava de plantão ao lado do túmulo, durante uns dias. Se o indivíduo acordasse, o movimento de seu braço faria o sino tocar. E ele seria "saved by the bell", ou "salvo pelo gongo", expressão usada por nós até os dias de hoje.

VIVENDO E APRENDENDO...

(texto recebido por e-mail, desconheço autor)


sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

Não perturbe. Tranquilize.
Não grite. Converse.
Não critique. Auxilie.
Não acuse. Ampare.
Não se irrite. Sorria.

Não fira. Balsamize.
Não se queixe. Compreenda.
Não condene. Abençoe.
Não exija. Sirva.
Não destrua. Edifique.

Recorde: a Humanidade é uma coleção de grupos e a paz do grupo de corações a que pertencemos começa de nós.

André Luiz


Foto: Alesund, Noruega


Extraído da Comunidade Espiritualidade Cristã - https://www.facebook.com/ComunidadeEspiritualidadeCrista?ref=stream

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